terça-feira, 17 de setembro de 2013

Operadores de Fukushima jogam água radioativa no mar após tufão

Água de chuva lançada tem índices de radioatividade considerados baixos.
Man-yi já deixou dois mortos e 340 mil famílias desabrigadas.

O tufão Man-yi atingiu o Japão nesta segunda-feira (16) e provocou a morte de duas pessoas, o que levou a operadora da central nuclear de Fukushima a verter no mar água de chuva com índices de radioatividade considerados baixos.
Quase 340 mil famílias receberam a ordem de abandonar suas casas do município de Kyoto e de municípios vizinhos em consequência dos riscos de inundações e avalanches com a chegada do tufão, que atravessou o centro do país e provocou chuvas intensas em várias regiões, que foram colocadas em 'alerta especial'.
O tufão, o 18º da temporada na Ásia, atingiu nesta segunda-feira a ilha principal de Honshu, no município de Aichi (centro-sul), às 7h40 locais, antes de cruzar a região de Tóquio e seguir para o Oceano Pacífico, ao leste, pela província de Fukushima, conforme anunciou a Agência Meteorológica.
Além das chuvas, o Man-yi provocou ventos de até 160 quilômetros por hora.
Foram registradas duas mortes, quatro desaparecidos, 128 feridos, mais de 4.000 casas inundadas e 270 danificadas por fortes ventos ou deslizamentos de terra, de acordo com o canal NHK.
No domingo (15), o tufão atingiu o sul e leste do país, mas sem provocar tanta destruição. A capital, Tóquio, foi afetada durante a madrugada desta segunda-feira por fortes ventos.

Os serviços de transporte aéreo e ferroviário anunciaram uma redução da atividade.
Pelo menos 600 voos foram cancelados nesta segunda-feira, especialmente em Tóquio, e o tráfego ferroviário estava suspenso em várias linhas.

Fukushima
As chuvas devem afetar a região de Fukushima, o que aumenta os temores a respeito da acidentada central nuclear devastada pelo tsunami de 11 de março de 2011.
A empresa Tokyo Electric Power (Tepco) anunciou que reforçou a vigilância dos equipamentos críticos, como tubos de água de refrigeração dos reatores ou bombas.
Nesta segunda-feira, a empresa bombeava água de partes da central próximas aos tanques que armazenam água radioativa. A empresa suspeita que os tanques tenham vazamentos e que água radioativa chegue ao lençol freático.
"Optamos por verter a água no mar, já que, depois de medir os níveis de radiação, chegamos à conclusão de que poderia ser considerada água de chuva", disse o porta-voz da Tepco, Yo Koshimizu.
Um litro desta água contém até 24 becquerels de estrôncio e outras matérias radioativas. As autoridades japonesas autorizam que a água seja lançada ao mar, desde que o líquido contenha no máximo 30 becquerels por litro.

domingo, 8 de setembro de 2013

O petróleo está muito longe de se tornar uma energia finita

Nos últimos 40 anos se falou muito sobre o “Pico do petróleo” ou “Pico de Hubbert“ que proclama o inevitável declínio e subsequente término da produção de petróleo em qualquer área geográfica em questão. De acordo com a teoria, seja em apenas um poço de petróleo ou no planeta inteiro, a taxa de produção tende a seguir uma curva logística semelhante a uma curva normal.
Gráficos e previsões foram feitos à exaustão, afirmando que o começo do fim da era do petróleo estava para chegar a qualquer momento – todos falharam.
Nas últimas décadas, vários pesquisadores começaram a duvidar da teoria – afinal, uma teoria precisa produzir previsões verificáveis e corretas, o que não tem sido o caso do pico do petróleo.
Por irem contra a corrente, esses pesquisadores foram mantidos à margem da academia, considerados verdadeiros hereges – algo como um físico que duvide do Big Bang ou um ambientalista que duvide do aquecimento global.
Agora, os dados começaram a incomodar muito, e a teoria do começo do fim do petróleo parece ter chegado ao começo do seu próprio fim.
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Renascimento do petróleo promete mudar mapa geopolítico da energia
Pesquisadores das universidades de Stanford e Santa Cruz, ambas nos Estados Unidos, afirmam que a teoria está vindo abaixo porque se rompeu a histórica conexão entre crescimento econômico e uso de petróleo.
Os argumentos listados por eles incluem mudanças no padrão de consumo dos países ricos, maior eficiência dos equipamentos que consomem derivados de petróleo, combustíveis alternativos e aumento da urbanização.
Argumentos estranhos ante a explosão de vendas de automóveis em países como China, Brasil e Índia, além de vários outros em desenvolvimento, e o aumento da população mundial desde o início da exploração do petróleo.
Ou seja, os pesquisadores não dizem que a teoria estava errada, eles argumentam que ela deixou de ser válida – sem ter feito nenhuma previsão correta.
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sábado, 7 de setembro de 2013

Aldeia chinesa emerge de um lago


Em 2008, um sismo de magnitude 8.0 devastou a pequena aldeia de Xuanping, que ficou completamente inundada na sequência do desastre natural. A população conseguiu fugir, mas os dez edifícios – entre os quais uma escola, serviços, um hotel, um dormitório governamental e várias residências – ficaram submersos, desaparecendo com a enxurrada.
Agora, esta pequena aldeia em Beichuan County, na província de Sichuan, está regressando do fundo do rio. Em Julho, dois dos diques do lago ficaram bastante danificados depois da maior inundação da região nos últimos 50 anos, levando a água a recuar.
Assim, e nos últimos dois meses, o nível da água recuou dos 712 metros acima do mar para os 703 metros, levando a aldeia a reaparecer fantasmagoricamente.
As fotos agora publicadas mostram uma aldeia inteira a surgir do fundo do lago, com o poste da bandeira da escola ainda de pé. Curiosamente, muitos dos ex-habitantes de Xuanping voltaram ao local, visitando – os que puderam – as suas antigas casas.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Independência Do Brasil - Resumo

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história da Independência do Brasil

A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I as margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.

Causas:

- Vontade de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política;

- Desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos impostos, exercido pela Coroa Portuguesa no Brasil;

- Tentativa da Coroa Portuguesa em recolonizar o Brasil.

Dia do Fico

- D. Pedro não acatou as determinações feitas pela Coroa Portuguesa que exigia seu retorno para Portugal. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro negou ao chamado e afirmou que ficaria no Brasil.

Medidas pré independência:

Logo após o Dia do Fico, D. Pedro I tomou várias medidas com o objetivo de preparar o país para o processo de independência:

- Organização a Marinha de Guerra

- Convocou uma Assembleia Constituinte;

- Determinou o retornou das tropas portuguesas;

- Exigiu que todas as medidas tomadas pela Coroa Portuguesa deveriam, antes de entrar em vigor no Brasil, ter a aprovação de D. Pedro.

- Visitou São Paulo e Minas Gerais para acalmar os ânimos, principalmente entre a população, que estavam exaltados em várias regiões.

A Proclamação da Independência

Ao viajar de Santos para São Paulo, D. Pedro recebeu uma carta da Coroa Portuguesa que exigia seu retorno imediato para Portugal e anulava a Constituinte. Diante desta situação, D. Pedro deu seu famoso grito, as margens do riacho Ipiranga: “Independência ou Morte!”

Pós Independência

- D. Pedro I foi coroado imperador do Brasil em dezembro de 1822;

- Portugal reconheceu a independência, exigindo uma indenização de 2 milhões de libras esterlinas;

- Em algumas regiões do Brasil, principalmente no Nordeste, ocorreram revoltas, comandadas por portugueses, contrárias à independência do Brasil. Estas manifestações foram duramente reprimidas pelas tropas imperiais.  

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

3 desafios que impedem Brasil de ser um país de engenheiros





São Paulo – Poucas categorias profissionais ganharam tanto prestígio na história recente do Brasil quanto os engenheiros. Seja por causa do Pré-Sal, seja pelas obras da Copa e das Olimpíadas, só se fala que o país precisa de mais engenheiros. Advogados já temos demais, argumentam alguns.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que, até 2014, o Brasil vai demandar 90 mil novos engenheiros no mercado de trabalho, somados aos 854 mil inscritos hoje no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Tal número já é considerado praticamente inalcançável, na avaliação da própria CNI.
Com isso, o país importa mão de obra e aumenta os salários de quem já está dentro do mercado. De 2011 para cá, 6 dos 20 cargos que mais tiveram valorização salarial são engenharias, segundo o site de emprego Catho. O salário médio para um profissional na área de petróleo e gás (o site não especifica o nível de conhecimento) passou de 5,6 mil reais para 8,8 mil reais entre um ano e outro, com uma valorização de 55%.
Não se pode dizer que o Brasil não reagiu à demanda nos últimos anos. Entre 2001 e 2010, o número de formandos em Engenharia mais do que duplicou, saindo de 18 mil para mais de 41 mil. Os números de cursos e vagas cresceram de maneira exponencialmente maior que o PIB. Para o Confea, o Brasil começou a responder ao estímulo por desenvolvimento depois da letargia econômica das décadas de 80 e 90.
Mesmo assim, ainda estamos atrás na corrida por tecnologia. Dados do Banco Mundial compilados pelo professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Vanderli de Oliveira, mostram que 27% dos estudantes da Rússia estão matriculados em cursos relacionados à tecnologia, incluindo engenharia, enquanto no Brasil são 9% e, na China, 14%.

Confira três mudanças que o Brasil precisa levar adiante para ficar em dia com os profissionais engenheiros.
1) Educação na base
Desafio: fazer mais gente se interessar por engenharia
Na última edição do PISA, o teste internacional de avaliação da educação, o Brasil não foi bem em ciência e leitura (para ambas as disciplinas ficou na 53ª posição, de um total de 65 países), mas foi um pouquinho pior em matemática (57º). Trata-se de um sintoma de fácil detecção: muitos alunos preferem passar longe dos números.
Embora alguns cursos de engenharia já há alguns anos estejam entre os mais concorridos nas universidades públicas (no vestibular da USP do ano passado, engenharia civil ficou à frente de medicina), quase 40% das vagas ficam ociosas, com concentração nas universidades particulares. Ter mais engenheiros no Brasil significa conseguir que mais alunos não tenham medo - e gostem - de matemática e física.
“O professor morre de medo da matemática porque ele não sabe (o conteúdo). Na pedagogia, todo mundo morre de medo”, afirma o pesquisador em educação Cláudio de Moura Castro, sobre o fato dos professores do ensino básico terem pouca afinidade com ciências exatas.
No caso de professores que se graduaram em matemática, o problema é inverso. “Eles receberam uma formação de matemática avançada, mas nunca ninguém ensinou como se chega em uma sala e ensina fração ou regra de 3”, diz Castro.
2) Evasão
Desafio: quem quiser engenharia, tem que querer ficar até o final
Dos alunos que começam algum curso de engenharia, 43% não o terminam, segundo a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge). A grande maioria desiste logo nos primeiros dois semestres. Ou seja, dos brasileiros que se dispõem a enfrentar os números, grande parte acaba desistindo no meio da empreitada.
“O sujeito não vem bem preparado, não acompanha e abandona. Ele prefere outros cursos onde teoricamente é mais fácil progredir”, afirma Vanderli de Oliveira, da UFJF e diretor da Abenge.
Terminar com a evasão é um dos principais pontos do programa Pró-Engenharia, traçado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e enviado em 2011 para análise do Ministério da Educação, mas que ainda não saiu do papel. O problema, segundo Vanderli, não é exclusivamente brasileiro e as universidades não podem se furtar de lutar contra este cenário.
“Não adianta colocar a culpa no ensino médio. Temos que recuperar o aluno que chega para que ele não abandone”, afirma o diretor da Abenge. 
O especialista Cláudio de Moura Castro ressalta que as universidade de engenharia tem que repensar os próprios currículos, pois ensinam muito mais do que o aluno precisa e não se adaptam a ele. ”Você tem que ajustar a dificuldade do curso ao aluno. Se ele chega no ensino superior, o pior que se pode oferecer é uma matemática que está acima do nível dele. Um problema adicional nosso é que temos uma grande relutância em aceitar que o aluno não sabe quase nada. O ensino brasileiro tem vergonha”, destaca.

O resultado é que a evasão nas públicas gira em torno de 40%, mas nas privadas, onde muitas vagas já estão ociosas, o índice chega a 60%, segundo a Abenge.
3) Engenheiros fora da engenharia
Desafio: quem cursar e concluir engenharia, tem que visualizar carreira na área
Quando a CNI calcula que o Brasil vai precisar de 90 mil engenheiros até 2014, pode não parecer tão difícil, já que a estimativa é de que em 2014 tenham sido formados 60 mil. 
“Mas dos que se formam, apenas 2 em cada 7 vão de fato trabalhar com engenharia. Ou seja, eu preciso de muito mais formados. Como serão demandados 90 mil engenheiros, teriam que se formar 321 mil profissionais. Quer dizer, se eu não mudar o cenário atual, vou ter um déficit de 48 mil engenheiros”, afirma Luis Gustavo Delmont, analista de desenvolvimento empresarial do IEL/CNI.
O fato é que o Brasil precisa dos engenheiros para crescer. E os engenheiros só vão se interessar pelo Brasil se o país crescer. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) de 2010, a demanda por engenheiros no país aumenta 7% quando o PIB brasileiro sobe 3%. Quando a economia cresce 7%, a procura por engenheiros aumenta 13%.
A dúvida que fica é: quanto o Brasil vai continuar crescendo?

Qual é o estado físico natural do vidro?

Os cientistas classificam o vidro como um sólido amorfo, sem forma - algo como um sólido quase líquido, um meio-termo entre esses dois estados físicos. É a mesma categoria do plástico, por exemplo. A diferença principal entre a solidez de um pote de vidro e a dos chamados sólidos perfeitos é a organização das moléculas que compõem cada um desses objetos. Em uma barra de ferro ou um pedaço de madeira, as moléculas aparecem impecavelmente ordenadas. Para visualizar isso, imagine-se em um metrô lotado. Ao entrar no vagão, todo mundo acaba apertado na mesma posição durante a viagem inteira, e a quantidade de passageiros em cada metro quadrado é semelhante. Com as moléculas acontece a mesma coisa. Se elas estão juntinhas e a força que as une é grande, elas acabam se ordenando da forma mais regular possível, em um tipo de arranjo que os físicos chamam de cristalino.
Não fazem parte desse clube o vidro e outros sólidos amorfos, já que suas moléculas não têm uma estrutura tão bem definida. Nesse caso, é como se você entrasse num vagão mais vazio: a distribuição dos passageiros é irregular, e cada metro quadrado do vagão vai ter um número diferente de pessoas. Na verdade, essa estrutura bagunçada é semelhante à organização das moléculas dos líquidos, mas o vidro não pertence a essa família porque uma substância realmente líquida precisa reunir uma série de propriedades específicas - uma delas é tomar a forma do seu recipiente. Se você colocar água dentro de uma jarra, ela vai se adequar ao formato do objeto sem a menor resistência, coisa que não acontece com o vidro.
Exceção à regraArranjo molecular distingue o vidro de outros objetos sólidos
BAGUNÇA SEMILÍQUIDA
O vidro tem moléculas mais distantes e ligadas de maneira bagunçada. É uma estrutura semelhante à dos líquidos, com a diferença que o vidro não reúne propriedades essenciais para ser considerado um deles, como ganhar a forma do recipiente em que é colocado, por exemplo
DUREZA CRISTALINA
Em um objeto sólido perfeito, como uma colher de metal, as moléculas estão bem próximas umas das outras e aparecem perfeitamente ordenadas. A força que as une é grande e as ligações entre elas constituem arranjos que sempre têm a mesma forma geométrica

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Japão pode usar muro de gelo para prevenir vazamento nuclear em Fukushima

Em 2011, o Japão sofreu com terremotos que resultaram em danos críticos à Usina Nuclear de Fukushima. Desde o incidente, muita radiação vaza no local e isso pode causar problemas à saúde dos japoneses de maneiras diretas e indiretas — contaminando a água e o solo, por exemplo. Agora, o governo japonês está planejando utilizar uma nova técnica para barrar os vazamentos.
Depois de muitos estudos, a nova tentativa utilizaria gelo para proteger a região da Usina Nuclear de Fukushima. O grande trunfo do sistema seria criar uma grande parede de gelo, capaz de resfriar o solo rapidamente e interromper os fluxos do vazamento radioativo ao redor da usina — lembrando que boa parte do material contaminado é líquida e o congelamento poderia mesmo ser uma saída viável.
Mais de 400 toneladas de água radioativa vazam da Usina Nuclear de Fukushima todos os dias e os planos para conter esse problema precisam ser rápidos e eficientes. Estima-se que os investimentos necessários para o projeto cheguem à marca de US$ 470 milhões — o dinheiro virá de impostos pagos pela população japonesa.

10 megaconstruções, que te deixará de boca aberta

De muralhas históricas à ilhas artificiais - as estruturas mais impressionantes criadas pelo homem.













Burj Khalifa


10 megaconstruções de cair o queixo 
Este enorme arranha-céu é, oficialmente, o maior prédio já feito pelo homem. A gigantesca construção, localizada em Dubai, impressiona não apenas por sua altura de 829,94 metros, mas por sua arquitetura, baseada em uma flor-de-lótus.


Hidrelétrica de Três Gargantas


10 megaconstruções de cair o queixo

Para o país com mais habitantes no mundo, é necessária uma forma de gerar quantidades de energia igualmente grandes. Por isso, a China criou a Hidrelétrica de Três Gargantas, que possui atualmente a maior represa do mundo.
A hidrelétrica também tem outras funções importantes: graças à sua represa, feita no rio Yang-Tsé – o maior do país –, é possível prevenir muitas enchentes, além de criar um sistema de transporte fluvial na área.

Arrozais em terraços de Banaue


10 megaconstruções de cair o queixo

Considerados como um patrimônio mundial, esses arrozais de 2 mil anos de idade estão espalhados por toda a província de Ifugao, nas Filipinas. A aparência dada por essas construções à cordilheira é única: parece que as montanhas foram “fatiadas” em vários pedaços.
Acredita-se que essas construções foram feitas à mão, com quase nenhum equipamento para ajudar no processo. O sistema de irrigação utilizado por eles é igualmente antigo, mas funciona perfeitamente até hoje, permitindo que os nativos cultivem vegetais no local.

Minas de diamante de Mirny


10 megaconstruções de cair o queixo 
As minas de diamante de Mirny, uma pequena cidade da Sibéria, mais parecem um enorme redemoinho que ocorreu em terra firme. Com 1,25 km de diâmetro e 525 metros de profundidade, essa é uma das maiores e mais perigosas áreas de escavação do mundo.
O perigo da mina não está no tamanho do local, mas sim no material que eles precisam atravessar para conseguir fazer as escavações: para passar pelo permafrost (solo formado de rochas permanentemente congeladas), é necessário usar muitos explosivos, já que fazê-las derreter é quase impossível.

Hotel Ryugyong


10 megaconstruções de cair o queixo 

O Hotel Ryugyong tem uma história um tanto curiosa. Sua construção, iniciada em 1987, foi abandonada cinco anos depois devido a diversos obstáculos no projeto, além de problemas financeiros que assolaram toda a Coreia do Norte.
Por 16 anos, o enorme arranha-céu permaneceu incompleto, sendo considerado pelo povo da cidade de Pyongyang, onde o prédio foi erguido, um “hotel fantasma”. Isso até que, em 2008, a construção do Ryugyong foi retomada.
Hoje, o prédio está próximo de ser concluído, se destacando com facilidade em meio ao cenário da cidade, devido à sua altura de 330 metros e sua estrutura de aparência incomum.


Danyang–Kunshan Grand Bridge


10 megaconstruções de cair o queixo

A Danyang–Kunshan Grand Bridge é uma das pontes mais incríveis do mundo, não por sua beleza, mas por seu tamanho. Certificada pelo Guinness como a mais longa ponte do mundo, sua estrutura percorre 164 km de terra e mar, ligando as cidades de Xangai e Nanquim.


Palm Islands


10 megaconstruções de cair o queixo

Dubai não é apenas dona do prédio mais alto do mundo, como também do maior arquipélago artificial da Terra. As Palm Islands, como serão chamadas devido ao seu formato de palmeira, são gigantescas: a menor delas possui 5 km de diâmetro. Já a maior delas terá 12,5 km de comprimento por 7,5 km de largura.
As Palm Islands ainda estão em construção; de fato, apenas a menor das três “palmeiras” já está pronta. Quando o projeto estiver completo, um total de 520 km de praias será adicionado à cidade – espaço que será ocupado por mansões, hotéis, parques de diversões e todo o tipo de edifício.

A Grande Muralha da China


10 megaconstruções de cair o queixo

Não há quem não conheça a Grande Muralha da China, uma das sete maravilhas do mundo, famosa por seu tamanho e beleza. A estrutura, que atravessa 8.851 km do território chinês, é tão grande que muitos acreditavam que ela era a única construção feita pelo homem que podia ser vista do espaço.
Algo que muitos não sabem sobre essa megaconstrução é que ela não é uma única estrutura, mas, na verdade, uma série de muralhas espalhadas por toda a China, passando até mesmo por países vizinhos, como a Mongólia e a Coréia do Norte.

Neft Daslari


10 megaconstruções de cair o queixoAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/TUTA)
O que começou como uma plataforma petrolífera comum cresceu rapidamente. Hoje, a construção é, literalmente, uma “cidade flutuante” que mais parece vinda de outro mundo, com uma população de 5 mil habitantes que vive a 50 quilômetros de terra firme.
Por estar no meio do mar do Azerbaijão, Neft Daslari tem tudo que uma pessoa comum precisa para viver, como casas, escolas, padarias e cinemas, que se entendem pelos 300 km de ruas da estrutura.

Viaduto de Millau

10 megaconstruções de cair o queixo

Se a Danyang–Kunshan Grand Bridge é a ponte mais longa, esta é a mais alta. A estrutura atravessa o vale do Rio Tarn, na França, suspensa por cabos a uma altura de 343 metros no topo de seus pilares. Mas é bom avisar que, se você tem medo de altura, esta pode não ser a melhor rota para sua viagem.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Burning Man: festival reúne 68 mil pessoas em cidade temporária

O tradicional evento de contracultura dos EUA faz com que toda uma cidade seja construída da noite para o dia — unicamente para ser desmantelada uma semana depois. Ah, sim, e as roupas são opcionais.
Burning Man é um festival anual de contracultura, comumente realizado no deserto de Black Rock (Nevada, EUA). A proposta é construir toda uma cidade da noite para o dia, o que se inicia no último domingo de agosto e vai até o primeiro domingo de setembro. Ao final de uma semana, a morada provisória é totalmente desmantelada.
Na edição deste ano do evento, 68 mil pessoas levaram seus trailers e estruturas temporárias para formar a nova versão da comunidade experimental — batizada de Black Rock City —, formando a bela estrutura que pode ser vista na imagem acima. O impressionante? Algumas estruturas são incrivelmente elaboradas para algo “descartável”.
Os participantes se dirigem ao local normalmente em motocicletas e, por via de regra, cortam completamente as relações com o mundo exterior. Ao final, é preciso cumprir à risca o seguinte mandamento: “Nenhum traço seu deve ficar para trás”.

“Queime!”

Como se pode ver nas imagens, o centro da comunidade de Black Rock City é marcado pela estatueta de uma figura antropomórfica, devidamente postada sobre a concepção clássica de um disco voador.
O sujeito não está ali por acaso, é claro. Na verdade, é daí que surgiu o nome do festival: ao final do primeiro domingo de setembro, antes de partirem para suas casas, os integrantes ateiam fogo à efígie.

Roupas são opcionais

O Burning Man é um evento conhecido pela não obrigatoriedade do uso de roupas. De fato, embora a maior parte dos participantes não faça o tipo “despudorado”, é perfeitamente comum cruzar com alguns tipos mais “ao natural”. Pinturas corporais e penduricalhos variados são também bastante usuais — dando a impressão de que todo um efetivo de figurantes de Mad Max foi remanejado para a ocasião.

12 pontes simplesmente fantasticas encontradas pelo mundo

Estruturas magnificas, e visuais incríveis fazem destas construções verdadeiros pontos turísticos.

Ligar dois pontos diferentes em um espaço pode ser simples, mas também pode ser muito mais divertido com algumas ideias criativas. Provavelmente, esse objetivo faz parte da vida de arquitetos e engenheiros que criam projetos impressionantes de pontes espalhadas pelo mundo.
Além de sua real necessidade funcional de ligação entre dois pontos, é possível ainda, com uma dose de ousadia e inovação, deixar as estruturas mais incríveis para servir de passagem para carros ou trens. Confira abaixo algumas das pontes mais extraordinárias do mundo.

1. Aiola Island - Áustria

Fonte da imagem: Reprodução/Toxel2. Banpo Bridge - Seul (Coreia do Sul)

Fonte da imagem: Reprodução/World of Designers3. BP Bridge - Chicago (Estados Unidos)

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran4. Ponte Erasmus - Rotterdam (Holanda)

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran5. Ponte das ondas Henderson - Cingapura

Fonte da imagem: Reprodução/Next Trip Tourism6. Ponte Infinity - Inglaterra

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran7. Langkawi Sky - Malásia

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran8. Ponte aquática de Magdeburg - Alemanha

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran9. Millau Viaduct - França

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran10. Ponte Øresund - Liga Copenhagen (Dinamarca) e Scania (Suécia)

Fonte da imagem: Reprodução/Virginia Duran11. Ponte flutuante pula-pula - Paris (por enquanto, é apenas um projeto conceitual)

Fonte da imagem: Reprodução/AZC12. Ponte enrolada - Londres (Inglaterra)

Fonte da imagem: Reprodução/Toxel